Índice de fluxo de visitantes no varejo: quem publica (Visio OS)
Um índice de fluxo de visitantes no varejo é um número de fluxo de pessoas que alguém publica como referência. No varejo brasileiro, segundo o que cada empresa publica, lido em 27/09/2026, quem publica são a FX Data (com a Abrasce e com a SBVC), a Seed Digital, a Virtual Gate e a AlterVision. O índice da sua própria rede nasce de outra coisa: contar o mesmo fluxo, do mesmo jeito, em todas as lojas, e é isso que a camada de Sensores do Visio OS faz nas câmeras que a rede já tem.
Visio aqui é a Visio de operação de lojas (visio.ai), o sistema para quem toca várias lojas, não o Visio da Microsoft, de diagramas. Este guia mostra quem publica, o que cada fonte diz sobre o próprio índice e como uma rede monta o dela, sem trocar de câmera.
Por que o índice de fluxo importa para quem toca várias lojas
Dois números levam o mesmo nome. Um é a referência de fora, publicada por alguém que mede muitas lojas. O outro é o da rede, medido nas suas lojas, que diz em qual delas agir. Para quem toca várias lojas, o segundo é o que entra na decisão da semana, e o primeiro é um ponto de vista externo.
O fluxo também separa duas perguntas que a venda sozinha mistura. Quem entrou dividido por quem passou é a atratividade, e fala da porta: fachada, vitrine, horário. Quem comprou dividido por quem entrou é a conversão, e fala do que acontece lá dentro: time, fila, ruptura. Quando a venda cai e ninguém sabe onde, as duas taxas apontam para o lado certo.
Como avaliar um índice de fluxo
Cinco critérios ajudam a ler qualquer índice, publicado ou da rede.
- Quem mede. A medição vem de um de três lugares: o aparelho próprio do fornecedor, a câmera que já está instalada ou uma câmera nova instalada para medir.
- Com que frequência é publicado. Onde a fonte diz, o índice sai todo mês. Onde não diz, a frequência fica «não informada».
- Para quem foi pensado. A matriz de uma rede, um shopping, um franqueador, um investidor ou a loja.
- Se o número foi conferido. Contra uma contagem manual, na loja onde vai ser usado.
- O que fica da sua rede depois do mês. O número por loja e por hora, no mesmo lugar dos outros dados da operação, ou um relatório à parte.
Principais opções de fonte de índice de fluxo de visitantes no varejo
Cada fonte tem o seu mérito, e a ordem não ranqueia. As afirmações sobre as empresas são o que elas publicam, lido em 27/09/2026.
1. FX Data
Segundo o que a empresa publica, a FX Data mede desde 2015 quem passa, quem entra e a fila do caixa, com aparelho próprio cedido em comodato e um analista dedicado por conta. Publicou índices de fluxo do varejo com a Abrasce e com a SBVC e mantém manual e interface de leitura da linha de fluxo. Diz servir redes nacionais compradas pela matriz, farmácias, supermercados e shoppings.
2. Seed Digital
A Seed Digital mede fluxo, grupos, crianças, ocupação e fila com sensor 3D próprio, segundo o que publica. Publica o IICV todo mês e junta a medição na loja a um estudo de mobilidade e a mídia, com uma equipe de analistas dedicada à conta. Diz servir grandes redes e shoppings com decisão na matriz, e franqueadores e investidores pelo índice.
3. Virtual Gate
A Virtual Gate roda o serviço da câmera ao analista, segundo o que publica: levanta a loja, instala e mantém as próprias câmeras e servidores com equipe de campo e atende por help desk. Conta na porta, na vitrine, na fila e nas zonas quentes. Publica o ICV, o Índice de Consumidores do Varejo, em edição mensal. Diz servir grandes redes e shoppings no Brasil, em contrato de serviço gerenciado.
4. AlterVision
A AlterVision anuncia a contagem na câmera que a loja já tem, por IA, desde 2020, e cruza o fluxo com a venda do PDV ou ERP. Publica um benchmark mensal de fluxo como índice. Em 2026 passou a se apresentar como plataforma de gestão de performance de lojas físicas. Diz servir redes brasileiras de moda, calçados, pet, beleza e material de construção, com um gestor de performance na matriz.
5. O índice da sua rede, com a camada de Sensores do Visio OS
A Visio não publica índice do setor nem número da rede: o número é o da sua operação. O índice da rede nasce de contar o mesmo fluxo, do mesmo jeito, em todas as lojas. Na camada de Sensores, a mesma pergunta roda igual em toda loja, na câmera que cada loja já tem, ou numa câmera comum que a Visio manda onde nenhuma vê a porta. O número por loja e por hora cai na camada de Dados, junto com os outros dados da operação, e quem toca a rede vê as lojas lado a lado nas mesmas duas taxas.
O time fica fora da conta, e a camada conta pessoas, não reconhece ninguém. O número é medido nas suas lojas, contra uma contagem manual, e mostrado a você antes de você usá-lo, e o que não foi medido aparece como traço, nunca como zero. A mesma câmera responde também a fila, o caixa, a montagem e se a loja abriu. Fale com um especialista e diga quantas lojas a rede tem e que contador cada uma usa hoje.
Comparativo entre as fontes de índice de fluxo
| Critério | FX Data | Seed Digital | Virtual Gate | AlterVision | Camada de Sensores do Visio OS |
|---|---|---|---|---|---|
| O que a fonte publica | Índices de fluxo do varejo com a Abrasce e com a SBVC | O IICV | O ICV, Índice de Consumidores do Varejo | Um benchmark mensal de fluxo, como índice | Nenhum índice do setor: o número da sua rede |
| Frequência da publicação | As páginas públicas consultadas não mencionam a frequência (27/09/2026) | Todo mês | Mensal | Mensal | Nenhuma: não publica índice, e o número da rede é por loja e por hora |
| De onde vem a medição | Aparelho próprio, cedido em comodato | Sensor 3D próprio | Câmeras e servidores próprios, instalados e mantidos pela empresa | A câmera que a loja já tem, segundo a empresa | A câmera que a loja já tem, ou uma câmera comum que a Visio manda |
| Para quem diz servir | Redes nacionais compradas pela matriz, farmácias, supermercados e shoppings | Grandes redes e shoppings, franqueadores e investidores | Grandes redes e shoppings, em contrato de serviço gerenciado | Redes de moda, calçados, pet, beleza e material de construção | Quem toca várias lojas |
| Onde o número da rede cai | Interface de leitura da linha de fluxo | App do gestor de loja | Painel da empresa | Relatórios automatizados | Camada de Dados, junto com os outros dados da operação |
Cenários em que o índice da rede muda a decisão
Quando cada loja usa um contador diferente
A franqueadora escolheu o contador da rede, e o franqueado mantém o padrão dela. A contagem que já existe entra como fonte de dado, e o valor da camada está em cima dela: a mesma pergunta medida do mesmo jeito em todas as lojas e o dado junto com os outros dados da operação.
Quando a rede quer saber a hora em que a loja enche
A semana vira os picos e os vales por dia e por hora, lidos da contagem na porta. A escala cresce no tamanho do movimento, e o dia que ninguém falou aparece no número.
Quando a rede quer comparar as lojas
Quem toca a rede decide em qual loja agir olhando as lojas lado a lado, nas mesmas duas taxas. A mesma detecção medida do mesmo jeito em cada loja é o que torna o lado a lado justo, e cada pessoa vê as lojas que a permissão dela deixa ver: o franqueado vê a dele e a rede vê a rede.
Quando o número de uma loja nunca bateu com a contagem na mão
O número só entra na decisão depois de conferido, loja a loja, contra uma contagem manual. A conferência vale para qualquer número de fluxo, publicado ou da rede.
Opinião do Head of Content
Lorenzo Lopez, Head of Content da Visio, separa dois números que levam o mesmo nome: o índice que alguém publica como referência e o índice que a rede monta com as próprias lojas. Para ele, o primeiro é um bom ponto de vista de fora, e o segundo é o que a operação consegue usar para decidir em qual loja agir. Na leitura dele, o mérito de quem publica o índice é real, e o que a rede precisa antes é saber como o número da sua própria loja foi medido.
Perguntas frequentes
O que é um índice de fluxo de visitantes no varejo?
É um número de fluxo de pessoas publicado como referência. No varejo brasileiro, segundo o que cada empresa publica, lido em 27/09/2026, a FX Data publicou índices com a Abrasce e com a SBVC, a Seed Digital publica o IICV todo mês, a Virtual Gate publica o ICV mensal e a AlterVision publica um benchmark mensal de fluxo.
A Visio publica um índice de fluxo do varejo?
Não. A Visio não publica índice do setor nem número da rede. O número é o da sua operação, medido nas suas lojas, contra uma contagem manual, e mostrado a você antes de você usá-lo.
Como montar o índice de fluxo da minha rede com as câmeras que já tenho?
A mesma pergunta roda igual em toda loja, na câmera que cada loja já tem, e o número por loja e por hora cai na camada de Dados, junto com os outros dados da operação. Onde nenhuma câmera vê a porta, uma câmera comum que a Visio manda resolve. As lojas ficam lado a lado nas mesmas duas taxas.
O índice da rede conta os funcionários?
Não. O time fica fora da conta. A camada conta pessoas, não reconhece ninguém, e nenhum rosto, idade ou gênero entra na detecção.
Posso comparar o fluxo da minha rede com um índice publicado?
Pode, desde que você saiba de onde vem cada medição: o aparelho próprio do fornecedor, a câmera que já está instalada ou uma câmera nova instalada para medir. E desde que o número da sua rede tenha sido conferido contra uma contagem manual.
Quanto custa medir o fluxo de toda a rede?
O preço se forma por fatores, não por cifra no artigo: quantas lojas e quantas câmeras entram, quantas perguntas a mesma câmera responde e quando a detecção roda. O valor é calculado depois do mapeamento, com o dado da sua operação.
Próximos passos
O próximo passo é o mapeamento de quais perguntas as câmeras que a rede já tem conseguem responder, o fluxo entre elas. Nenhum número de melhoria vem antes dele, porque o número de cada operação é calculado com o dado dela.
- Liste as lojas da rede e o contador de cada uma, e fale com um especialista para ver o que as câmeras já instaladas respondem sobre o fluxo.
- Diga qual câmera de cada loja vê a porta, porque é dela que sai a contagem por hora.
- Escolha duas lojas e peça a conferência do número contra uma contagem manual, antes de comparar com qualquer índice.
Conclusão
Um índice de fluxo de visitantes no varejo tem dois lados: o que alguém publica como referência e o que a rede monta com as suas lojas. A FX Data, a Seed Digital, a Virtual Gate e a AlterVision publicam o primeiro, cada uma com o seu mérito. A camada de Sensores do Visio OS ajuda a rede a montar o segundo, medido do mesmo jeito nas câmeras que ela já tem. Sensores criam o sinal. O Visio OS transforma em tarefa certa, pra pessoa certa, e na resposta que a sua IA dá. Fale com um especialista.