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Como integrar os dados da maquininha de cartão no Visio OS

por Lorenzo Lopez Head of Content, Visio

Para integrar os dados da maquininha de cartão, o caminho depende da adquirente, porque cada uma publica o seu: uma API pública, uma API por credenciamento, um relatório ou um extrato exportado (páginas consultadas em 12/10/2026). Na camada de Dados do Visio OS, a maquininha entra como fonte pelo caminho que existir, por loja, e traz o que passou, a taxa e o que vai cair e quando, junto da venda do PDV, do extrato do banco e da nota, na mesma linha do tempo.

Visio aqui é a Visio de operação de lojas (visio.ai), o sistema para quem toca várias lojas, não o Visio da Microsoft, de diagramas. Maquininha de cartão aqui é a classe de fonte da camada de Dados: o aparelho e a adquirente por trás dele, vistos pelo que registram da venda no cartão. Algumas adquirentes têm página própria, como a Cielo e a Getnet.

Por que a maquininha importa na conciliação da loja

Uma venda no cartão deixa três rastros em três lugares. O PDV guarda o que a loja vendeu. A maquininha guarda o que passou. O banco guarda o que entrou. Quando os três não dizem a mesma coisa, alguém persegue a diferença.

A camada de Dados do Visio OS existe para esse trabalho de extrair, limpar e conciliar que se refaz a cada semana e a cada mês. Colocar a maquininha na linha do tempo da loja muda o ponto de partida da conferência: em vez de três arquivos para alinhar, são três trilhas já alinhadas, com uma definição de número escrita uma vez pela Visio.

O que vai cair, e quando, é um dado da maquininha, e o extrato do banco mostra o que de fato entrou. Lidos juntos, os dois mostram a diferença entre o previsto e o creditado.

As três perguntas que a maquininha responde

Da maquininha, a camada leva o que ela registra de mais útil para a operação.

  • O que passou. A venda no cartão como a adquirente a viu, por loja.
  • A taxa. O que foi cobrado sobre a venda, registrado por loja.
  • O que vai cair e quando. O repasse previsto e a data em que ele chega ao banco.

Cada uma dessas respostas fica por loja. A loja é a unidade da camada, e por isso uma rede com várias maquininhas pode perguntar pelo conjunto sem que cada adquirente imponha a sua forma de contar.

O que cada adquirente publica

Em 12/10/2026, a consulta olhou oito adquirentes, e cada fato vem de uma página da própria empresa. Os caminhos se separam em quatro grupos.

API pública. O Mercado Pago, o PagSeguro e a SumUp documentam uma API pública. No Mercado Pago, a API de relatório de liberações gera, agenda e baixa um arquivo CSV; no PagSeguro, a consulta de transações por data usa e-mail e token da conta; na SumUp, o histórico de transações é uma chamada com escopo próprio.

API por credenciamento. A Cielo, a Rede e a Stone descrevem APIs que dependem de credenciamento ou são feitas para conciliadoras. A API de Conciliação da Stone entrega um XML do D-1 a cliente credenciado; a API Gestão de Vendas da Rede exige cadastro e certificação pela Rede.

Sem API de extrato. A Getnet documenta, no portal de desenvolvedores, só APIs de pagamento; a InfinitePay tem uma página de desenvolvedores com Checkout Integrado e InfiniteTap por deeplink. Nos dois casos, o extrato sai por arquivo.

MCP oficial. O Mercado Pago e a SumUp publicam um MCP oficial. É um fato sobre o fornecedor, e não sobre a Visio.

Como avaliar o caminho da maquininha: 6 critérios

  1. Que adquirentes a operação tem. Liste as maquininhas de cada loja antes de escolher qualquer caminho; uma rede pode ter mais de uma.
  2. API ou arquivo, por adquirente. A resposta muda de uma adquirente para outra, e a lista de lojas vira a lista de caminhos.
  3. Credenciamento. Onde a API é por credenciamento, o acesso passa antes pela adquirente, como nas páginas consultadas da Cielo, da Rede e da Stone.
  4. O formato do arquivo. Cada adquirente exporta em formatos diferentes, e alguns nem os nomeiam; o arquivo real mostra o que a página não diz.
  5. O recorte por loja. Como a adquirente separa as lojas: por conta, por estabelecimento ou por CNPJ.
  6. A data de início. O dia a partir do qual o extrato de cada loja está completo.

Principais caminhos para integrar os dados da maquininha de cartão

São quatro caminhos. Os três primeiros partem da adquirente e o quarto é o que a camada faz com eles.

1. A API da adquirente, pública ou por credenciamento

É o caminho de programa. Onde a API é pública, o time constrói sobre a documentação; onde é por credenciamento, o time depende de uma etapa com a adquirente antes de ler o primeiro dado. Em qualquer caso, a API devolve o que a adquirente tem. A definição de receita líquida, a junção com o banco e com a nota e a permissão por loja ficam com quem constrói por cima.

2. O relatório ou o extrato exportado

É o caminho de arquivo: relatório de vendas, extrato da conta, extrato eletrônico. A limitação é a de toda exportação: alguém baixa, e baixar se repete. Quando o formato é nomeado, como OFX ou CSV, a leitura é previsível; quando não é, o arquivo precisa ser visto uma vez antes.

3. A API feita para conciliar

Três adquirentes descrevem uma API ligada à conciliação. A Cielo diz que a dela é exclusiva para conciliadoras; a da Rede tem como público conciliadoras, parceiros de credenciamento e grandes empresas, com cadastro e certificação; a da Stone entrega um XML do D-1 a cliente credenciado. A Conciliadora é outra fonte, com o seu caminho, e a camada lê as duas separadamente.

4. A maquininha como fonte da camada de Dados do Visio OS

Pelo caminho que a conta permitir, cada maquininha entra na classe, por loja, na mesma linha do tempo. A promessa de integração da Visio é esta: integra com todos os bancos do Brasil e com centenas de ERPs. O que ainda não está integrado, a Visio ajuda a integrar em menos de 24 horas. A Visio não extrai dado contra os termos de uso de um sistema.

Fale com um especialista sobre as maquininhas das suas lojas

O que a maquininha passa a responder junto de venda, banco e nota

A conciliação da loja é um cruzamento de quatro trilhas, e a maquininha é uma delas.

  • Maquininha e venda. O que o PDV registrou e o que a adquirente leu ficam lado a lado. A diferença é uma resposta da IA, por loja.
  • Maquininha e banco. O repasse previsto encontra o extrato de cada conta, que entra por Open Finance, com o consentimento do titular. O que foi prometido e o que foi creditado são vistos juntos.
  • Maquininha e nota. A compra do mês, que entra pelo certificado digital de cada CNPJ, convive no mesmo recorte com o que o cartão arrecadou.
  • Várias maquininhas, uma pergunta. A rede que tem mais de uma adquirente pergunta pelo total e pelo detalhe, com a mesma definição de cada número.

A conciliação passa a ser trabalho da ferramenta, não da pessoa. A IA conectada só lê: não escreve na adquirente, não cria tarefa e não muda meta.

Um MCP na frente dos outros

Duas adquirentes publicam um MCP oficial, o Mercado Pago e a SumUp. Um MCP de fornecedor é um caminho da IA até aquele sistema, e responde pelo que está naquele sistema: não traz o PDV, o banco nem a nota.

A camada lê a fonte pela API ou pela exportação e serve a operação inteira pelo MCP da Visio, com um login só. E onde o fornecedor publica um MCP, o MCP da Visio opera esse MCP por trás: a sua IA conecta uma vez, não uma por adquirente.

Desde quando o dado da maquininha é bom

Um número é tão honesto quanto a data em que a fonte começou a ser boa. O mapeamento da Visio registra, fonte por fonte, desde quando o dado é bom, e a sua IA respeita isso ao responder. A frequência de extração é da Visio: pelo menos todo dia, cada fonte na sua, sem promessa de atualização instantânea.

Comparativo dos caminhos de cada adquirente

O quadro traz o que a página de cada adquirente descreve, consultada em 12/10/2026.

AdquirenteAPIExportaçãoMCP
CieloAPI EDI para conciliadoras, com OAuth e consentimento do clienteExtrato Eletrônico e exportação para ExcelSem MCP próprio
GetnetSó APIs de pagamento no portalExtrato Eletrônico em TXT diário; extrato no Portal Minha Conta, formato não nomeadoSem MCP próprio
Mercado PagoAPI pública; relatório de liberações em CSV, com token BearerCSVMCP oficial
PagSeguroAPI pública de consulta de transações, e API EDIExtrato da conta em PDF, XLSX, CSV ou OFXSem MCP próprio
RedeAPI Gestão de Vendas por credenciamento e certificaçãoFormato do Portal Rede, não mencionado nas páginas públicasSem MCP próprio
StoneAPI de Conciliação por credenciamento, com XML do D-1Relatório de vendas em PDF, XLS ou CSVSem MCP próprio
SumUpAPI pública de histórico de transaçõesCSV ou XLS no painelMCP oficial
InfinitePaySem API pública; só Checkout Integrado e InfiniteTap por deeplinkExtrato pelo app em PDF, CSV, OFX e XLSSem MCP próprio

Opinião do Head of Content

Lorenzo Lopez, Head of Content da Visio, observa que, nas páginas consultadas em 12/10/2026, as oito adquirentes dão oito respostas diferentes à pergunta «como integrar os dados da maquininha de cartão». Para ele, o guia deve mostrar essas diferenças, e o ponto de partida é a lista de adquirentes da operação, loja por loja.

A posição dele é a de que a maquininha é uma das trilhas da conciliação, e não uma integração isolada. Na leitura dele, a pergunta do gestor é uma só, e cabe à camada de Dados do Visio OS absorver as oito formas de responder.

Perguntas frequentes

Como integrar os dados da maquininha de cartão a um sistema de gestão?

Cada adquirente publica o seu caminho: uma API pública, uma API por credenciamento, um relatório ou um extrato exportado. Na camada de Dados do Visio OS, a maquininha entra por esse caminho, por loja, e fica junto da venda do PDV, do extrato do banco e da nota.

Toda maquininha tem API pública?

Não nas páginas consultadas em 12/10/2026. O Mercado Pago, o PagSeguro e a SumUp documentam uma API pública; a Cielo, a Rede e a Stone, uma API por credenciamento ou para conciliadoras; a Getnet e a InfinitePay, nenhuma API pública de extrato.

Em que formatos as maquininhas exportam o extrato?

Variam. Em 12/10/2026, o PagSeguro cita PDF, XLSX, CSV e OFX; a Stone, PDF, XLS e CSV; a InfinitePay, PDF, CSV, OFX e XLS; a SumUp, CSV e XLS; a Cielo, Excel; a Getnet, um TXT diário. Na Rede, as páginas públicas consultadas não mencionam o formato.

Alguma adquirente publica MCP?

O Mercado Pago e a SumUp publicam um MCP oficial, segundo as páginas consultadas em 12/10/2026. As demais não publicam MCP próprio nas páginas consultadas. Onde o fornecedor publica um MCP, o MCP da Visio opera esse MCP por trás.

E se o caminho da maquininha na minha operação não estiver claro?

A Visio integra com todos os bancos do Brasil e com centenas de ERPs. O que ainda não está integrado, a Visio ajuda a integrar em menos de 24 horas. O primeiro passo é o mapeamento de quais adquirentes a operação tem e de como cada uma conecta.

Próximos passos

O primeiro passo é o mapeamento de quais adquirentes a operação tem, em quais lojas e de como cada uma conecta.

Para ver a camada completa, leia a página da camada de Dados.

Ver também

Conclusão

Cada adquirente publica o seu caminho: uma API pública, uma API por credenciamento ou um arquivo. Na camada de Dados do Visio OS, o que passou, a taxa e o que vai cair e quando ficam por loja, junto da venda, do banco e da nota.

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